É incrível pensar que, neste exato momento, somos o mais velho que poderíamos ser, mas, ao mesmo tempo, nunca mais seremos tão jovens quanto éramos neste mesmo momento...
sexta-feira, 20 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Aleatoriedades...
Sabe, aprendi de um modo meio doloroso que ignorar nem sempre é a melhor iniciativa a se tomar. Dói viver na incerteza de uma amizade que talvez se dilacerará. Dói saber que pelo simples fato de você ter seguido em frente machucou alguns poucos e bons que você jamais queria ter ferido. Às vezes nem sabemos que o que estamos fazendo os ferem, afinal as pessoas geralmente se calam ao serem atingidas.
Acredite em mim quando digo que confiança é muito relativa. Acredite quando digo que nem todos têm o dom de confiar. O passado define o futuro de cada um. Um pleonasmo? Talvez, mas não deixa de ser verdade não é mesmo!?
Sentir falta é lembrar da pessoa a cada passo que você dá. É olhar para uma vitrine e saber que ela amaria aquele presente. É ler um livro e saber que ela adoraria viver aquela história. É ler um texto e saber que foi escrito por aquela pessoa pelo simples modo de dispor as palavras, os pensamentos. Eu realmente não devia estar com esse pensamentos ultimamente, minha vida está indo para o rumo que eu sempre escolhi. Porém, não deixo de sentir falta de alguns sorrisos pela manhã, alguns comentários à tarde, algumas conversas à noite.
Não se afastem daqueles que você ama por motivos bobos. Não deixe uma história morrer porque uma pessoa nova surgiu, que custa simplesmente deixá-la fazer parte da continuação de um roteiro ao invés de se criar um novo?
Entenda que as relações mais importantes de sua vida são aquelas que pessoas aleatórias tentarão destruir. Entretanto, não as deixe vencer, pois assim que elas tiverem uma oportunidade, elas soltarão a sua mão.
Acredite em mim quando digo que confiança é muito relativa. Acredite quando digo que nem todos têm o dom de confiar. O passado define o futuro de cada um. Um pleonasmo? Talvez, mas não deixa de ser verdade não é mesmo!?
Sentir falta é lembrar da pessoa a cada passo que você dá. É olhar para uma vitrine e saber que ela amaria aquele presente. É ler um livro e saber que ela adoraria viver aquela história. É ler um texto e saber que foi escrito por aquela pessoa pelo simples modo de dispor as palavras, os pensamentos. Eu realmente não devia estar com esse pensamentos ultimamente, minha vida está indo para o rumo que eu sempre escolhi. Porém, não deixo de sentir falta de alguns sorrisos pela manhã, alguns comentários à tarde, algumas conversas à noite.
Não se afastem daqueles que você ama por motivos bobos. Não deixe uma história morrer porque uma pessoa nova surgiu, que custa simplesmente deixá-la fazer parte da continuação de um roteiro ao invés de se criar um novo?
Entenda que as relações mais importantes de sua vida são aquelas que pessoas aleatórias tentarão destruir. Entretanto, não as deixe vencer, pois assim que elas tiverem uma oportunidade, elas soltarão a sua mão.
sábado, 16 de junho de 2012
We bought a Zoo...
O que há de melhor para se fazer numa tarde gélida do que uma crítica de um filme há pouco assistido?!
Com um título um tanto infantil que pode não chamar atenção de um grande público, "Compramos um zoológico" é definitivamente um dos melhores filmes baseados em fatos reais que eu já assisti. Não só porque ninguém morre no final, mas porque o desenrolar da história traz uma gama de situações sem muita justificativa no início, mas que no desfecho da história tudo pode ser compreendido.
O filme se baseia numa família da cidade que acaba, por algum motivo, querendo se mudar da casa onde se encontram. O pai (Benjamin) e sua filha mais nova (Rosie) vão em busca de um novo lar para morarem. Após muito tempo de visitações, finalmente Rosie escolhe uma linda e grandiosa casa. Afastada da zona urbana, para revolta de Dylan, o filho mais velho de Benjamin. Ficaram então sabendo que aquela casa não seria tão simples de eles comprarem ou de apenas morarem. Para surpresa deles, estavam prestes a comprar um Zoológico.
Benjamin abraçou a ideia. Rosie, obviamente, ao auge de seus sete anos, se orgulhou do pai. Dylan, por outro lado, resmungou durante muito tempo. Ninguém no filme entendia o porquê de Benjamin lutar tanto por aquilo. Ninguém entendia, mesmo que ele não tivesse mais dinheiro, porquê ele não parava de tentar salvar o local.
Não vou contar agora, aqui e em poucas palavras a cena mais emocionante do filme que explica a moral do enredo. Deixarei aberta à curiosidade e vontade de cada um de vocês que estão lendo essa pequena crítica querer ou não assitir o filme. Apenas destacarei a mensagem mais interessante que eu jamais havia pensado na possibilidade de ser real:
"Vinte segundos de muita coragem, é só o que você precisa para atingir a plena felicidade e mudar completamente toda a sua vida. Vá em frente por apenas vinte segundos. O resto, meio que virá por conseguinte."
quinta-feira, 7 de junho de 2012
O que realmente importa...
Às vezes quando eu penso que ficarei bem sozinha, me encontro surpreendentemente procurando algo no qual me segurar. Pessoas, momentos, músicas, desdobramentos, me mantêm aguentando firme.
De repente me encontro no meio de um feriado desejando estar, por um momento que seja, num lugar qualquer, desde que em meio aqueles que fazem meus sorrisos mais intensos. Nunca havia acreditado que a distância poderia nos falar tanto sobre as pessoas que realmente gostamos, mas sabe, ultimamente tenho acreditado nessa afirmação cegamente. A falta faz com que consigamos ver quem realmente nos importa, quem não podemos nos imaginar sem.
Um dia perguntaram o que era felicidade pra mim. Pensei um pouco antes de responder, mas até que cheguei à uma resposta interessante. Felicidade definitivamente não é um sentimento perpétuo, é uma sensação momentânea. Às vezes dura um segundo, às vezes dias, mas não deixa de ser efêmera.
Felicidade é uma pequena faísca, muito delicada por sinal, afinal se apaga facilmente e se ascende apenas com um portentoso motivo.
Só é possível fugir do passado quando se encontra algo melhor. - Nicholas Sparks
I guess I just found it...
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Corrigindo uma prova de Português...
Estranho sentir essa brilhante bonança
Num momento em que nem ao menos esperança
Ilumina este mundo de papões
Que assusta e aflige até os mais nobres dos corações
Ventos trazem palavras
Que roubam os sons dos guizos
A chuva me traz as lembranças
Dos mais belos e sinceros sorrisos
Diferente do que um dia já foi
As nuvens não têm mais forma
Ou perdi aquele doce encanto
De criança que respeita a normasegunda-feira, 16 de abril de 2012
Noite na Galeria...
Era fim de tarde de um dia meio chuvoso e frio. Cheguei em casa e me deparei com minha mãe totalmente empolgada, perguntei o motivo e então ela me explicou que meu irmão estaria expondo seus quadros numa galeria naquela noite. Jamais havia imaginado que suas pinturas, de certa forma peculiares mas não muito vibrantes, pudessem chegar ao ponto de estar em uma exposição.
Mesmo cansada e repleta de trabalhos a realizar, fui forçada pela minha mãe a ir na tal galeria, pois segundo ela um irmão deveria apoiar o outro. Logo na entrada, fiquei de cara amarrada, mais parecendo uma criança emburrada que não queria estar ali. Então, para me distrair, comecei a observar as pessoas que estavam ao meu redor: vi um menino com feições de interrogação, certamente não entendera o quadro que observava. Vi um casal a admirar uma linda paisagem que no fundo estava uma casinha de cor branca, na qual eu bem que queria poder morar. Até que avisto uma garota muito bem concentrada avaliando os detalhes da pintura de meu irmão.
Cabelos e olhos negros, estatura média, usava óculos. Parecia realmente gostar do que via e, por parecer a única vivente interessada em algo naquela sala, fui conversar com ela. Sua voz possuía um tom doce, media muito bem cada palavra pronunciada. Era uma garota muito inteligente e, de certa forma, tinha um pensamento diferente das garotas da nossa idade, mas que se assemelhava ao meu. Descobri que gostava muito de ler, qualquer livro que lhe apresentassem já era motivo de embarcar em sua história. E falando em história, também era uma matéria que a deixava fascinada.
Antes de nos despedirmos, porém, minha curiosidade estava me corroendo e tive que perguntar qual dos três quadros a sua frente, afinal, ela tanto encarava. E então ela respondeu:
- Está vendo aquele ali, com uma sala cheia de espelhos? Pois então, estava observando aquela pequena menina que está pintada no reflexo de um deles, bem ali, - apontou ela- se parece muito comigo.
Olhei para o quadro. Jamais o havia visto tão de perto. Realmente havia uma menininha. Bem miúda, de feições meigas, estava a dançar, vestida de rosa, a tão delicada bailarina.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
E numa aula de Religião...
Eu sei que a vida muda e os caminhos trocam
As pessoas às vezes ficam e às vezes vão
Porém mesmo que ninguém entenda, sem nem ao menos se importar com a razão
Ainda as deixam ir e permanecem a sós com a ilusão
Mas por que não permanecemos iguais
Contradizendo tudo que a sociedade tentar nos impor
Mostrando que podemos superar muito mais do que um simples torpor?
Percebo que o mundo gira em torno de certos ideais
Mas é de nosso consentimento seguí-los ou não como princípios fundamentais
Porém, o detalhe é que o que fizermos será indiferente
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